"Seria muito mais produtivo se as pessoas procurassem compreender seus pretensos inimigos. Aprender a perdoar é muito mais proveitoso do que simplesmente tomar de uma pedra e arremessá-la contra o objeto de sua ira. Quanto maior a provocação, maior a vantagem do perdão. É quando padecemos os piores infortúnios que surgem as grandes oportunidades de se fazer o bem a si e aos outros."
Basta né?
quarta-feira, 24 de junho de 2009
terça-feira, 2 de junho de 2009
“Então Pedro, aproximando-se dele, disse: Senhor, até quantas vezes pecará meu irmão contra mim, e eu lhe perdoarei? Até sete?
Jesus lhe disse: Não te digo que até sete; mas, até setenta vezes sete.
Por isso o reino dos céus pode comparar-se a um certo rei que quis fazer contas com os seus servos;
E, começando a fazer contas, foi-lhe apresentado um que lhe devia dez mil talentos;
E, não tendo ele com que pagar, o seu senhor mandou que ele, e sua mulher e seus filhos fossem vendidos, com tudo quanto tinha, para que a dívida se lhe pagasse.
Então aquele servo, prostrando-se, o reverenciava, dizendo: Senhor, sê generoso para comigo, e tudo te pagarei.
Então o senhor daquele servo, movido de íntima compaixão, soltou-o e perdoou-lhe a dívida.
Saindo, porém, aquele servo, encontrou um dos seus conservos, que lhe devia cem dinheiros, e, lançando mão dele, sufocava-o, dizendo: Paga-me o que me deves.
Então o seu companheiro, prostrando-se a seus pés, rogava-lhe, dizendo: Sê generoso para comigo, e tudo te pagarei.
Ele, porém, não quis, antes foi encerrá-lo na prisão, até que pagasse a dívida.
Vendo, pois, os seus conservos o que acontecia, contristaram-se muito, e foram declarar ao seu senhor tudo o que se passara.
Então o seu senhor, chamando-o à sua presença, disse-lhe: Servo malvado, perdoei-te toda aquela dívida, porque me suplicaste.
Não devias tu, igualmente, ter compaixão do teu companheiro, como eu também tive misericórdia de ti?
E, indignado, o seu senhor o entregou aos atormentadores, até que pagasse tudo o que devia.
Assim vos fará, também, meu Pai celestial, se do coração não perdoardes, cada um a seu irmão, as suas ofensas.”
[Mateus 18:21/35]
Jesus lhe disse: Não te digo que até sete; mas, até setenta vezes sete.
Por isso o reino dos céus pode comparar-se a um certo rei que quis fazer contas com os seus servos;
E, começando a fazer contas, foi-lhe apresentado um que lhe devia dez mil talentos;
E, não tendo ele com que pagar, o seu senhor mandou que ele, e sua mulher e seus filhos fossem vendidos, com tudo quanto tinha, para que a dívida se lhe pagasse.
Então aquele servo, prostrando-se, o reverenciava, dizendo: Senhor, sê generoso para comigo, e tudo te pagarei.
Então o senhor daquele servo, movido de íntima compaixão, soltou-o e perdoou-lhe a dívida.
Saindo, porém, aquele servo, encontrou um dos seus conservos, que lhe devia cem dinheiros, e, lançando mão dele, sufocava-o, dizendo: Paga-me o que me deves.
Então o seu companheiro, prostrando-se a seus pés, rogava-lhe, dizendo: Sê generoso para comigo, e tudo te pagarei.
Ele, porém, não quis, antes foi encerrá-lo na prisão, até que pagasse a dívida.
Vendo, pois, os seus conservos o que acontecia, contristaram-se muito, e foram declarar ao seu senhor tudo o que se passara.
Então o seu senhor, chamando-o à sua presença, disse-lhe: Servo malvado, perdoei-te toda aquela dívida, porque me suplicaste.
Não devias tu, igualmente, ter compaixão do teu companheiro, como eu também tive misericórdia de ti?
E, indignado, o seu senhor o entregou aos atormentadores, até que pagasse tudo o que devia.
Assim vos fará, também, meu Pai celestial, se do coração não perdoardes, cada um a seu irmão, as suas ofensas.”
[Mateus 18:21/35]
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Lindo, lindo. =*
Da conversa, o convite, encontro
Volto a vê-la, bela simples
Cabelos de manto
Sorriso manso, sincero
Transpassa certeza vontade
Traz-me esta saudade de ti
A ti apenas na moldura
Calma, intacta
Atrasado, pressa
Canções a ti dedicadas
Voz calma falada e sonorizada
Equalizo beijos e olhares que a ti ofereço
Vejo e reconheço
A ti, pois merece toda dedicação
Olhos me encantam
Horas, relógio
Dirijo-me a outra musica
Canções sem emoções
Gritadas não faladas
Sorrisos, palmas, palmas
La fora meninos brincando
Pulando, sorrindo
A mim o desejo escondido
A ti incerteza?
Vontade, realizações
Graça, o mundo a volta
Tudo parado, calado
Bela você , eu
Entrelaço meus dedos na seda dos seus
Onde aquece mi alma
Vento, verdade, vontade
Gotas caem do céu
Sentado pasmo, encantado
Suavidade em descritos
Não lidos, aflorado
Teu bem me cai como um túnel
Com um caminho e a saída você
Espero certo, perto
Onde a ti entreguei
À noite pingos molham a obra
Pedido errado, falado, ditado
Não ligo, digo, prossigo
Felicidade ali horizonte
Eis vida, poesia
O tempo a despedida
Sonhos, entregue
Deixado, depositado
Já se vais minha bela agora distante
Em vulto na distancia, a porta
Madrugada fria
Lembranças
O amanha a de nascer
Em tua porta o sol acordar
Para um novo dia, onde este eu
Servo humilde poeta
Amado, amante
Faço a dedicar gestos
Carinho, afeto
A flor que desabrocha
Levando teu cheiro a vida
Esta onde a mim quero
Espero
Para que neste novo dia
Possa ter-la a me seduzir
Beleza sua, êxtase a vida, morte
Onde embriago de tanto
Aguardo apresado
A ti falar, gritar
Bom dia flor do dia.
Da conversa, o convite, encontro
Volto a vê-la, bela simples
Cabelos de manto
Sorriso manso, sincero
Transpassa certeza vontade
Traz-me esta saudade de ti
A ti apenas na moldura
Calma, intacta
Atrasado, pressa
Canções a ti dedicadas
Voz calma falada e sonorizada
Equalizo beijos e olhares que a ti ofereço
Vejo e reconheço
A ti, pois merece toda dedicação
Olhos me encantam
Horas, relógio
Dirijo-me a outra musica
Canções sem emoções
Gritadas não faladas
Sorrisos, palmas, palmas
La fora meninos brincando
Pulando, sorrindo
A mim o desejo escondido
A ti incerteza?
Vontade, realizações
Graça, o mundo a volta
Tudo parado, calado
Bela você , eu
Entrelaço meus dedos na seda dos seus
Onde aquece mi alma
Vento, verdade, vontade
Gotas caem do céu
Sentado pasmo, encantado
Suavidade em descritos
Não lidos, aflorado
Teu bem me cai como um túnel
Com um caminho e a saída você
Espero certo, perto
Onde a ti entreguei
À noite pingos molham a obra
Pedido errado, falado, ditado
Não ligo, digo, prossigo
Felicidade ali horizonte
Eis vida, poesia
O tempo a despedida
Sonhos, entregue
Deixado, depositado
Já se vais minha bela agora distante
Em vulto na distancia, a porta
Madrugada fria
Lembranças
O amanha a de nascer
Em tua porta o sol acordar
Para um novo dia, onde este eu
Servo humilde poeta
Amado, amante
Faço a dedicar gestos
Carinho, afeto
A flor que desabrocha
Levando teu cheiro a vida
Esta onde a mim quero
Espero
Para que neste novo dia
Possa ter-la a me seduzir
Beleza sua, êxtase a vida, morte
Onde embriago de tanto
Aguardo apresado
A ti falar, gritar
Bom dia flor do dia.
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